395px

Despedida del Norteño

Elizeu Ventania

Despedida do Nortista

Não posso mais demorar no meu estado
Sou obrigado a desprezar o meu torrão
Não vem inverno, está me dando uma fadiga
Esta seca me obriga a deixar o meu sertão.

Adeus morena, que amanhã irei embora,
Chegou a hora, para o sul vou viajar
Você que não fica, faça prece ao pai eterno
Se no norte houver inverno eu ainda hei de voltar.

Ví o meu gado se acabar de fome e sede
Nem rama verde não existe no sertão
Eu vou embora, mas do norte tenho pena
O retrato da morena eu levarei no coração.

Despedida del Norteño

No puedo quedarme más en mi tierra
Estoy obligado a dejar mi terruño
No llega el invierno, me está agotando
Esta sequía me obliga a abandonar mi sertón.

Adiós morena, mañana me iré
Ha llegado la hora, viajaré al sur
Tú que no te quedas, reza al Padre Eterno
Si en el norte hay invierno, aún volveré.

Vi mi ganado morir de hambre y sed
Ni una hoja verde existe en el sertón
Me marcho, pero del norte me duele
El retrato de la morena lo llevaré en el corazón.

Escrita por: