Realidade Das Coisas
Lembranças novas,
De poesias rasuradas
Nos becos da periferia
Lá vai, Caminhando
Desatento ao vento
Seguindo o tempo
Em rios que ninguém manda
Você sabe tão bem quanto eu
Que todas as manhãs,
As luzes se apagam,
Sabe do medo das coisas
E das pessoas
À culpa não sei,
Às vezes mal ouço
Porque sussurro baixo
Tudo que eu digo
Não entendo
A realidade
Das coisas
Porque ela me faz
Tão mal,
Porque ela me deixa
Tão fraco...
Realidad de las Cosas
Recuerdos nuevos,
De poesías tachadas
En los callejones de la periferia
Allá va, Caminando
Desatento al viento
Siguiendo el tiempo
En ríos que nadie manda
Tú sabes tan bien como yo
Que todas las mañanas,
Las luces se apagan,
Sabes del miedo de las cosas
Y de las personas
No sé la culpa,
A veces apenas escucho
Porque susurro bajo
Todo lo que digo
No entiendo
La realidad
De las cosas
Porque me hace
Tan mal,
Porque me deja
Tan débil...
Escrita por: Elton Domingues Ferreira