O Palhaço
Não reclame da sua vida. O palhaço quer te fazer feliz!
Mas a noite a solidão é quem o visita, para zombar de mais um dia infeliz...
Toque o rosto envelhecido, deixe a tinta escorrer por entre os dedos...
Sinta o sofrimento do pobre homem e veja que não existem motivos para todos os seus medos!
Não negue sorrisos às almas sofridas... formule o infinito de sua própria felicidade.
Porque pessoas vivem em cemitérios de palhaços esquecidos e abandonados pela liberdade!
Sorrisos! Na multidão ele sorri por você...
Lágrimas! Sozinho ele chora como você...
Olhares solitários... o relógio contando lágrimas de aço...
Pessoas lamentando...
Mas ninguém chora...
Ninguém chora como o palhaço!
El Payaso
No te quejes de tu vida. ¡El payaso quiere alegrarte!
Pero por la noche la soledad es quien lo visita, burlándose de otro día infeliz...
Toca el rostro envejecido, deja que la pintura se deslice entre tus dedos...
Siente el sufrimiento del pobre hombre y verás que no hay razón para todos tus miedos!
No niegues sonrisas a las almas afligidas... crea la infinitud de tu propia felicidad.
Porque las personas viven en cementerios de payasos olvidados y abandonados por la libertad!
¡Sonrisas! En la multitud él sonríe por ti...
¡Lágrimas! Solo él llora como tú...
Miradas solitarias... el reloj contando lágrimas de acero...
Personas lamentando...
Pero nadie llora...
¡Nadie llora como el payaso!