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Samba-Enredo 1997 - Sérgio Cabral, la Cara de Río

Em Cima da Hora

Samba-Enredo 1997 - Sérgio Cabral, a Cara do Rio

Reduto de bamba, sou eu
A escola de samba, sou eu
Azul e branco é toda a cidade
Sérgio Cabral um carioca de verdade

O amor
Bateu mais forte no meu peito
Não tem jeito é gamação
Sou a cara do Rio

Em Cavalcanti fui menino pé no chão
Minha infância querida
Doce lembrança que afaga a minha vida
Ecoa um canto de festa
Desperta a minha emoção
Com a bandeira cruzmaltina
E a linda musa que impulsiona a criação

Clareia, clareia, em cima da hora
Ô, ô, ô clareia
Essa vontade de escrever que me incendeia

Eu jornalista me fiz
Um eterno aprendiz carioca de fato
Um dia num lampejo de amor
Eu me vi compositor
Mangueira me mostrou o seu retrato
Quem luta faz opinião
Chegou a hora da justiça social
É Pixinguinha, é Elizete, é uma constelação
Glória à cultura nacional

Samba-Enredo 1997 - Sérgio Cabral, la Cara de Río

Reduto de bamba, soy yo
La escuela de samba, soy yo
Azul y blanco es toda la ciudad
Sérgio Cabral un carioca de verdad

El amor
Golpeó más fuerte en mi pecho
No hay manera, es enamoramiento
Soy la cara de Río

En Cavalcanti fui un niño de pies descalzos
Mi infancia querida
Dulce recuerdo que acaricia mi vida
Resuena un canto de fiesta
Despierta mi emoción
Con la bandera cruzmaltina
Y la hermosa musa que impulsa la creación

Clareia, clareia, en el último momento
Oh, oh, oh clareia
Esta voluntad de escribir que me incendia

Yo, periodista me hice
Un eterno aprendiz carioca de hecho
Un día, en un destello de amor
Me vi compositor
Mangueira me mostró su retrato
Quien lucha forma opinión
Llegó la hora de la justicia social
Es Pixinguinha, es Elizete, es una constelación
Gloria a la cultura nacional

Escrita por: Antônio Nick / Cláudio Russo / Paulo Cara Feia / Rogerinho