Tereza
Rasga o meu peito
Porque vais embora
Que é nessa hora que meu desejo
Finge ser saudade
O meu copo os meus sentimentos
É onde te afogo, é onde não me aguento
E caio nos braços da eternidade
Pelas ruas a cantar, o meu fingimento
Que pelo que me lembro
Eram versos bêbados
Iludidos e perdidos no ar
Enfim no meu coração
Se espoja nas calçadas quebradas
Por incessantes goles amargos de ilusão
Que até então os seus olhos minguantes
Enxergaram uma trémula certeza
Lá vem Tereza, lá vem Tereza
Tereza
Rasga mi pecho
Porque te estás yendo
Es en ese momento que mi deseo
Finge ser nostalgia
Mi vaso, mis sentimientos
Es donde te ahogo, es donde no me aguanto
Y caigo en los brazos de la eternidad
Por las calles cantando, mi fingimiento
Que por lo que recuerdo
Eran versos ebrios
Ilusionados y perdidos en el aire
Finalmente en mi corazón
Se revuelca en las aceras rotas
Por incesantes sorbos amargos de ilusión
Que hasta entonces sus ojos menguantes
Vieron una certeza temblorosa
Allá viene Tereza, allá viene Tereza