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Para no decir que no hablé de las flores

Emicida

Pra Não Dizer Que Não Falei Das Flores

Caminhando e cantando
E seguindo a canção
Somos todos iguais
Braços dados ou não
Nas escolas, nas ruas
Campos, construções
Caminhando e cantando
E seguindo a canção

Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer

Celso luz, pés nas porta,
Tribos mortas, ódio gratis,
Partes do pódio não importa
A luta é necessária antipária
Da mão contrária por reforma agraria
Da area eu vinha angariar, viu
Pra tv shiu ela mentiu, vamo brasil, pátria á mil

Que nos resumiu a mulata e fuzil
A gravata de bravata mil, hã ao padrão
Que serve a klu klux klan, filosofia vã prada,
Favela assassinada o algoz de carteira assinada
E se pã de fé cristã, rap é divã
Pelo o amanhã, pronto falei fora da lei, de escravos a reis

Para no decir que no hablé de las flores

Caminando y cantando
Y siguiendo la canción
Todos somos iguales
Brazos dados o no
En las escuelas, en las calles
Campos, construcciones
Caminando y cantando
Y siguiendo la canción

Vamos, vámonos
Porque esperar no es saber
Quien sabe hace la hora
No espera que suceda

Celso luz, pies en la puerta,
Tribus muertas, odio gratis,
Partes del podio no importan
La lucha es necesaria antiparia
De la mano contraria por reforma agraria
De la área yo venía a recoger, ¿viste?
Para la TV, shiu ella mintió, vamos Brasil, patria a mil

Que nos redujo a mulata y fusil
La corbata de bravuconería mil, hã al patrón
Que sirve a la Klu Klux Klan, filosofía vana Prada,
Favela asesinada o el verdugo de cartera firmada
Y si pan de fe cristiana, rap es diván
Por el mañana, listo lo dije fuera de la ley, de esclavos a reyes

Escrita por: Geraldo Vandré