Poesias de Dois Mil e Nove
Cale-se e me passe esse cálice de vinho
Eu tenho uma nova mente e novamente estou sozinho
Andando nessa estrada, estrada que é listrada de caminhos
E a onda me persegue junto ao redemoinho
E quando chega a mim, não me move e me comove
Trazendo poesias feitas em 2009
A folha amarelada e rasgada aonde chove,
A letra complicada mas tentando tu descobre
Descobre quem você é, então tente ser feliz
Encontre o que você quer, aquilo que sempre quis
Pra dizer que aprendeu a viver
Sem prejudicar ninguém
Sentir e saber, que conseguiu ir além
Do que o mundo apostou
Por não ter medo de errar
O mesmo mundo se calou
Ao te ver enfrentar.
Poesías de Dos Mil Nueve
Cállate y pásame ese cáliz de vino
Tengo una mente nueva y de nuevo estoy solo
Caminando en esta carretera, una carretera rayada de caminos
Y la ola me persigue junto al remolino
Y cuando llega a mí, no me mueve y me conmueve
Trae poesías hechas en 2009
La hoja amarillenta y rasgada donde llueve
La letra complicada pero intentando tú descubres
Descubre quién eres, entonces intenta ser feliz
Encuentra lo que quieres, aquello que siempre quisiste
Para decir que aprendiste a vivir
Sin perjudicar a nadie
Sentir y saber que lograste ir más allá
De lo que el mundo apostó
Por no tener miedo de fallar
El mismo mundo se calló
Al verte enfrentar.