Uma Armadura Até A Metade do Coração
Há lugares pra onde vamos caminhar
Horizontes que tentamos desvendar
Há verdades que não podemos entender
Há instintos que não se podem mais conter
Há amores que só sabemos desejar
Há dúvidas pra quem quer desfrutar
E só as estrelas vão nos entender
Quando ninguém consegue mais nos conceber
Ninguém vai me dizer como eu tenho que viver
Ninguém vai me dizer
Vai me dizer
Portas se abrem para não passar
Caminhos infinitos pra se aventurar
Destinos almejados jogados ao vento
Há portas entreabertas a se derrubar
E há dias em que ninguém sabe o que seremos
Noites regadas ao frio do que parecemos
Há máscaras demais em nossos corações
Armaduras que não protegem de ilusões
Ninguém vai entender o que eu tento dizer
Ninguém vai me dizer, vai me dizer
Ninguém vai despertar, parar de sonhar
Ninguém vai me dizer porque não sobreviver
E mais ninguém
E só nós dois
Seremos, veremos o depois
Una Armadura Hasta la Mitad del Corazón
Hay lugares a los que vamos a caminar
Horizontes que intentamos desentrañar
Hay verdades que no podemos entender
Hay instintos que ya no se pueden contener
Hay amores que solo sabemos desear
Hay dudas para quien quiera disfrutar
Y solo las estrellas nos entenderán
Cuando nadie más pueda concebirnos
Nadie me dirá cómo debo vivir
Nadie me dirá
Me dirá
Puertas se abren para no pasar
Caminos infinitos para aventurarse
Destinos anhelados arrojados al viento
Hay puertas entreabiertas por derribar
Y hay días en que nadie sabe qué seremos
Noches regadas con el frío de lo que parecemos
Hay demasiadas máscaras en nuestros corazones
Armaduras que no protegen de ilusiones
Nadie entenderá lo que intento decir
Nadie me dirá, me dirá
Nadie despertará, dejará de soñar
Nadie me dirá por qué no sobrevivir
Y nadie más
Y solo nosotros dos
Seremos, veremos el después