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Saturado

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Saturado

Busco em mim acreditar
Somente no que me faz bem
Trago em minha bagagem
Heranças vivas que me acrescentam
Troco gentileza em pão
Vendo sorriso por descanso
Meu lema tatuei nas mãos
Pra não aplaudir quem não merece

A paciência se esgotou
Não perco tempo mais com suas poses
A intolerância se instaurou
Não dou moral mais pro seu show

Aquilo o que quero pra mim
É a moeda que ofereço
Sou do polo a nova corda
Só não suporto ingratidão
Troco imediatismo em paz
Abraço as causas que me encantam
Costuro fibras ao meu caráter
Pra afastar o que engana

A paciência se esgotou
Não perco tempo mais com suas poses
A intolerância se instaurou
Não dou moral mais pro seu show

Saturado

Busco en mí creer
Solo en lo que me hace bien
Llevo en mi equipaje
Herencias vivas que me suman
Intercambio amabilidad por pan
Vendo sonrisas por descanso
Mi lema tatuado en las manos
Para no aplaudir a quien no lo merece

La paciencia se agotó
No pierdo más tiempo con tus poses
La intolerancia se ha instaurado
No le doy más importancia a tu espectáculo

Lo que quiero para mí
Es la moneda que ofrezco
Soy del polo la nueva cuerda
Solo no soporto la ingratitud
Intercambio inmediatez por paz
Abrazo las causas que me encantan
Cosí fibras a mi carácter
Para alejar lo que engaña

La paciencia se agotó
No pierdo más tiempo con tus poses
La intolerancia se ha instaurado
No le doy más importancia a tu espectáculo

Escrita por: Bruno Rigoni / Renato Sansil