Chuva de Containers
Falta pão
(o pão nosso de cada dia)
Sobra pão
(o pão que o diabo amassou)
Triste vocação
A nossa elite burra se empanturra de biscoito fino
Somos todos passageiros clandestinos dos destinos da nação
Triste destino, engolir sem mastigar
Chuva de containers
Entertainers no ar... Noir
Falta pão
(o pão nosso de cada dia)
Sobra pão
(o pão que o diabo amassou)
Triste vocação
A nossa elite burra se empanturra de biscoito fino
Triste sina, América Latina
Não escaparemos do vexame, não
Nós não caberemos todos em Miami-ami
Ame-o ou deixe-o
Ame-o ou deixe-o
Ouviram do Ipiranga às margens plácidas
Os trovões da chuva ácida
A acidez oceânica de uma laranja mecânica
Falta pão
(o pão nosso de cada dia)
Sobra pão
(o pão que o diabo amassou)
Falta circo
(no mundo que nos cerca)
Sobra circo
(é só pular a cerca)
Sobra circo... falta pão
Falta circo... sobra pão
Lluvia de Contenedores
Falta pan
(el pan nuestro de cada día)
Sobra pan
(el pan que el diablo amasó)
Triste vocación
Nuestra élite tonta se empacha de galletas finas
Todos somos pasajeros clandestinos de los destinos de la nación
Triste destino, tragar sin masticar
Lluvia de contenedores
Artistas en el aire... Noir
Falta pan
(el pan nuestro de cada día)
Sobra pan
(el pan que el diablo amasó)
Triste vocación
Nuestra élite tonta se empacha de galletas finas
Triste suerte, América Latina
No escaparemos de la vergüenza, no
No todos cabremos en Miami-ami
Ámalo o déjalo
Ámalo o déjalo
Oímos desde el Ipiranga en las tranquilas orillas
Los truenos de la lluvia ácida
La acidez oceánica de una naranja mecánica
Falta pan
(el pan nuestro de cada día)
Sobra pan
(el pan que el diablo amasó)
Falta circo
(en el mundo que nos rodea)
Sobra circo
(es solo saltar la cerca)
Sobra circo... falta pan
Falta circo... sobra pan