Juguete
Enojado con paredes
Por mis traumas te hice juguete
Engendrado con poderes que te di
Hoy eres lo que eres
¿Cómo le haces para herirme y tranquilizarme a la vez?
Para hacerme querer abolirte
Para desearte después
Vete, no te puedo dejar
No te puedo extirpar
A ti, juguete
Vete, maldita depresión
La voz que sin razón es mi juguete
Enajenado con ayeres
Por hacernos dos mellizos seres, no
¿Cómo le haces para herirme y yo desearte otra vez?
Vete, no te puedo dejar
No me puedo emancipar de mi juguete
Vete, maldita depresión
La voz que sin razón es mi juguete
Vete, no te puedo dejar
No te puedo expulsar
Soy tu juguete
Soy tu juguete
Brinquedo
Irritado com as paredes
Por meus traumas te fiz de brinquedo
Gerado com os poderes que te dei
Hoje você é o que é
Como você consegue me ferir e me acalmar ao mesmo tempo?
Me fazer querer te abolir
Para depois te desejar
Vai embora, não consigo te deixar
Não consigo te arrancar
De você, brinquedo
Vai embora, maldita depressão
A voz que sem razão é meu brinquedo
Desligado com os passados
Por nos tornarmos dois seres gêmeos, não
Como você consegue me ferir e eu te desejar de novo?
Vai embora, não consigo te deixar
Não consigo me emancipar do meu brinquedo
Vai embora, maldita depressão
A voz que sem razão é meu brinquedo
Vai embora, não consigo te deixar
Não consigo te expulsar
Sou seu brinquedo
Sou seu brinquedo
Escrita por: Luis Humberto Navejas / Rafael Navejas / Julián Navejas / Ángel Sánchez