Estranho Vendaval de Tristezas
Com o tempo você vai se cansando, olha várias vezes para as paredes do quarto, eu vejo mofo nos cantos escuros.
Eu olho os móveis empoeirados, não existem limites pra loucura, na pia do banheiro estão meus comprimidos, é tudo tão cansativo, mas agradável é só meu mundo negro insaciável. Hoje eu preciso dormir.
Meu corpo pesa muito mais que chumbo e a minha mente pede liberdade,
Eu queria ser diferente, sou uma alma cega presa na claridade.
Eu sinto o desespero e do escuro eu tenho medo, e do escuro eu tenho medo.
Em meus pés abriram chagas, quarenta graus de febre, farpas envenenadas.
Estranho vendaval de tristezas, conhecimentos não valem nada.
Abram a porta do quarto, acho que é a hora de sair,
Esta tudo se fechando sobre mim, hoje eu preciso dormir.
Extraño Vendaval de Tristezas
Con el tiempo te vas cansando, miras varias veces las paredes de la habitación, veo moho en las esquinas oscuras.
Observo los muebles polvorientos, no hay límites para la locura, en el lavabo están mis pastillas, todo es tan agotador, pero agradable es solo mi mundo negro insaciable. Hoy necesito dormir.
Mi cuerpo pesa mucho más que plomo y mi mente pide libertad,
Quisiera ser diferente, soy un alma ciega atrapada en la claridad.
Siento desesperación y miedo a la oscuridad, y miedo a la oscuridad.
En mis pies se abrieron llagas, cuarenta grados de fiebre, astillas envenenadas.
Extraño vendaval de tristezas, los conocimientos no valen nada.
Abran la puerta de la habitación, creo que es hora de irme,
Todo se está cerrando sobre mí, hoy necesito dormir.
Escrita por: Erich Villas Boas