Reza
Já tenho a planta, chorar não adianta não
Nem um abrigo antibomba te salva da explosão
Esquece o drama, fica de olho na trama
Que até o fim do jogo você vai tá enterrado na lama
Reza pra lá, quem sabe Deus te salva
Com bomba C4 enterrada na tua alma
Quando nego abre o olho é porque a situação tá preta
É um aviso pra abrir sua mente e não sua maleta
A essas horas você devia ligar lá no congresso
Ou dar um toque no juiz que te livrou do processo
Talvez você conheça o gosto do ódio, cuzão
E saiba porquê existe o termo justiça com a própria mão
Melhor que um revólver, é uma caneta na minha mão, é consequente
Tu menos espera eu faço um furo na tua mente
Rajada 47, impacto atômico, ataque lírico
Esse é meu arsenal bélico
O ódio tá na praça, fome por dinheiro
Enquanto alguns faturam outros morrem no bagageiro
Ferida tá aberta, coagula o sangue
Traje a rigor atual traje de uma gangue
Almas sofridas tentam sorte todos os dias
Habita a céu aberto, longa noite fria
Mão calejada entregue a sorte
Pela fé única coisa, não entregue a morte
Reza
Ya tengo la planta, llorar no sirve de nada
Ni un refugio antibomba te salva de la explosión
Olvida el drama, mantente atento a la trama
Que al final del juego estarás enterrado en el lodo
Reza para allá, quizás Dios te salve
Con una bomba C4 enterrada en tu alma
Cuando alguien abre los ojos es porque la situación está negra
Es una advertencia para abrir tu mente y no tu maleta
A estas horas deberías llamar al congreso
O darle un toque al juez que te libró del proceso
Tal vez conozcas el sabor del odio, idiota
Y sepas por qué existe el término justicia por mano propia
Mejor que un revólver, es una pluma en mi mano, es consecuente
Cuando menos lo esperas, te hago un agujero en la mente
Ráfaga 47, impacto atómico, ataque lírico
Este es mi arsenal bélico
El odio está en la plaza, hambre de dinero
Mientras algunos ganan dinero, otros mueren en el maletero
La herida está abierta, coagula la sangre
Traje de etiqueta actual, traje de una pandilla
Almas sufridas intentan suerte todos los días
Habitando al aire libre, larga noche fría
Mano callosa entregada al azar
Por la fe única cosa, no te entregues a la muerte
Escrita por: Agga Guimarães / João Lucas Pereira / Pedro Uchida / Sebastian Vargas