Eterno Retorno do Cavaleiro Azul
A pergunta que me
Ocorreu enquanto subia
Pelas montanhas estreitas
Do abismo que caí
Era só a chuva que me
Empurrava pra cima
Do azul lá embaixo
Sobraram as cinzas
Do que não era cinza
Que me atraiu
Pro depois agora
Você não sabe e eu sei
Que vai saber
Você não sabe o que isso
Pode ser
Você não sabe que
Dentro de você não está
Você não sabe
E nunca saberá
A resposta que me
Ocorreu enquanto caía
Pelo abismo estreito
Das montanhas que subi
Era só a chuva que me
Mantinha lá em cima
E o azul lá embaixo
Sobraram as cinzas
Do que não era cinza
Que me atraiu
Pro depois agora
Você não sabe e eu sei
Que vai saber
Você não sabe o que isso
Pode ser
Você não sabe que
Dentro de você não está
Você não sabe
E nunca saberá
Esse é o fim
Fez o seu lar em mim
Cansou de esconder
O que há em mim
Vem de você
Azul do céu
Me pintei de azul
Você não sabe e eu sei
Que vai saber
Você não sabe o que isso
Pode ser
Você não sabe que
Dentro de você não está
Você não sabe
E nunca saberá
El Eterno Retorno del Caballero Azul
La pregunta que me
Ocurrió mientras subía
Por las montañas estrechas
Del abismo en el que caí
Era solo la lluvia que me
Empujaba hacia arriba
Del azul abajo
Quedaron las cenizas
De lo que no era gris
Que me atrajo
Para el después ahora
Tú no sabes y yo sé
Que lo sabrás
Tú no sabes lo que esto
Puede ser
Tú no sabes que
Dentro de ti no está
Tú no sabes
Y nunca sabrás
La respuesta que me
Ocurrió mientras caía
Por el abismo estrecho
De las montañas que subí
Era solo la lluvia que me
Mantenía arriba
Y el azul abajo
Quedaron las cenizas
De lo que no era gris
Que me atrajo
Para el después ahora
Tú no sabes y yo sé
Que lo sabrás
Tú no sabes lo que esto
Puede ser
Tú no sabes que
Dentro de ti no está
Tú no sabes
Y nunca sabrás
Este es el fin
Hizo su hogar en mí
Cansado de esconder
Lo que hay en mí
Viene de ti
Azul del cielo
Me pinté de azul
Tú no sabes y yo sé
Que lo sabrás
Tú no sabes lo que esto
Puede ser
Tú no sabes que
Dentro de ti no está
Tú no sabes
Y nunca sabrás
Escrita por: D. Marcelino Augusto