Depois do Outono
Não vejo onde o destino mudou
Estamos por aqui
Esculpindo o lado ofuscado do dia
O céu se impôs a mim
Não estou remarcando esse chão
Mas não posso evitar
Por que as folhas caem
Por onde você já pisou?
Se o vento não soprar
E o sal não derreter
Eu sei que vou buscar
Minha parte em você
Mil vezes refiz meus planos em vão
Nunca lhe contei
Perdi minhas dúvidas no seu talvez
O pôr do Sol já é seu
Meus olhos pesados e sem direção
Mas não posso evitar
Por que as folhas caem
Por onde você já pisou?
Se o vento não soprar
E o sal não derreter
Eu sei que vou buscar
Minha dose de você
Minha face estremeceu
Em frente ao trem da solidão
E eu encontrei teus pedaços pelo chão
São vestígios de quem sou
Vestígios de quem eu sou
Después del Otoño
No veo dónde cambió el destino
Estamos por aquí
Esculpiendo el lado oscurecido del día
El cielo se impuso ante mí
No estoy marcando este suelo
Pero no puedo evitarlo
¿Por qué caen las hojas?
¿Por donde ya pisaste?
Si el viento no sopla
Y la sal no se derrite
Sé que buscaré
Mi parte en ti
Mil veces rehice mis planes en vano
Nunca te lo conté
Perdí mis dudas en tu quizás
La puesta de sol ya es tuya
Mis ojos pesados y sin dirección
Pero no puedo evitarlo
¿Por qué caen las hojas?
¿Por donde ya pisaste?
Si el viento no sopla
Y la sal no se derrite
Sé que buscaré
Mi dosis de ti
Mi rostro tembló
Frente al tren de la soledad
Y encontré tus pedazos en el suelo
Son vestigios de quien soy
Vestigios de lo que soy
Escrita por: Danyel Sueth