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Vientre del Infierno

EstreitoHc

Ventre do Inferno

Aqui estou neste vazio de angustia, coberto de amargura afogado na dor
Minha alma não enxerga, a escuridão me cega, meu espírito navega, não sei pra onde vou
A ferida na alma, a chaga é incurável, do ventre do inferno venho clamar por ti
Me cobre com seu manto, vem enxugar meu pranto, do fundo desse poço vem recolher a mim

De que adianta ter o mundo inteiro em minhas mãos se em minha alma paz
Não há valor que pague uma vida perfeita em Deus e o alivio que ele traz
Meus olhos choram grande é a minha aflição, não há descanso em mim
Até que o Senhor atenta e veja la do céu, estou pronto pra te ouvir

Caído estou, grande é o meu sofrer minha alma desfalece dentro do meu viver
Está vazio aqui dentro, este é o meu lamento, mesmo andando em trevas eu desejo te ver
Levanto os olhos e vejo uma luz a brilhar meu rosto abatido não cessa de chorar
Mas vem o onipotente tocar com brasas vivas a iniqüidade morre nasce uma nova vida

Elevo os olhos para os montes onde é que tu estás? Meu socorro vem dos céus
Nada me abala se eu prevalecer a minha fé em um Deus que és fiel
Eu me ajoelho me humilho e clamo em oração, minha alma anseia em te ter
Mesmo que a vide não de fruto e a figueira não cresça minha fé não vai morrer

Vientre del Infierno

Aquí estoy en este vacío de angustia, cubierto de amargura ahogado en el dolor
Mi alma no ve, la oscuridad me ciega, mi espíritu navega, no sé hacia dónde voy
La herida en el alma, la llaga es incurable, del vientre del infierno vengo a clamar por ti
Cúbreme con tu manto, ven a secar mis lágrimas, desde el fondo de este pozo ven a recogerme

¿De qué sirve tener el mundo entero en mis manos si en mi alma no hay paz?
No hay valor que pague una vida perfecta en Dios y el alivio que Él trae
Mis ojos lloran, grande es mi aflicción, no hay descanso en mí
Hasta que el Señor atienda y vea desde el cielo, estoy listo para escucharte

Caído estoy, grande es mi sufrir, mi alma desfallece dentro de mi existir
Está vacío aquí dentro, este es mi lamento, aunque camine en tinieblas deseo verte
Levanto los ojos y veo una luz brillar, mi rostro abatido no deja de llorar
Pero viene el omnipotente a tocar con brasas vivas, la iniquidad muere y nace una nueva vida

Elevo los ojos a los montes, ¿dónde estás tú? Mi socorro viene de los cielos
Nada me conmoverá si prevalezco en mi fe en un Dios que es fiel
Me arrodillo, me humillo y clamo en oración, mi alma anhela tenerte
Aunque la vid no dé fruto y la higuera no crezca, mi fe no morirá

Escrita por: Josiel Bersani