Capiau
Olhaí!
A indumentária não nega, não sou daqui.
Vou te contar.
Entre os quintais blindados, abençoados com aço.
Cidade rica com arame farpado pra cercar.
Quem joga feliz no jogo, não se joga.
Eu caminhei pelos pássaros mortos do quintal.
Assista a mazela agir nas férias
Da consciência livre desse carnaval.
Val!
Você tomou rancor foi pra curar a mágoa
No meu olhar de amor, não escondo essa dor
Quando disser ”olá” pra mim, cruzando a praça
Sei que tua positividade é só na carapaça
Tomou rancor pra curar a mágoa
No meu olhar de amor, não escondo essa dor.
Quando disser ”olá” pra mim, cruzando a praça, eu vou gostar demais.
Capiau
Olhaí!
La vestimenta no lo niega, no soy de aquí.
Te lo voy a contar.
Entre los patios blindados, bendecidos con acero.
Ciudad rica con alambre de púas para cercar.
Quien juega feliz en el juego, no se arriesga.
Caminé entre los pájaros muertos del patio.
Observa la desgracia actuar en las vacaciones
De la conciencia libre de este carnaval.
¡Val!
Tomaste rencor para curar la pena
En mi mirada de amor, no oculto este dolor.
Cuando me digas 'hola' al cruzar la plaza
Sé que tu positividad es solo una fachada.
Tomaste rencor para curar la pena
En mi mirada de amor, no oculto este dolor.
Cuando me digas 'hola' al cruzar la plaza, me va a gustar mucho.
Escrita por: Felipe Gigante / Iszac Wagner