Sou
Venho da tristeza, da solidão
Onde o coração não basta bater, tem que apanhar
Tenho andado fazendo o certo e o errado
Às vezes bato, às vezes saio apanhado
Destruo casas, ergo castelos
Faço trilhas
Caio em armadilhas que eu mesmo armo
Que me perguntar?
Sou vento, sou brisa
Sou peixe, sou a isca
Soy
Vengo de la tristeza, de la soledad
Donde el corazón no solo late, tiene que recibir golpes
He estado haciendo lo correcto y lo incorrecto
A veces golpeo, a veces salgo golpeado
Destruyo casas, levanto castillos
Sigo caminos
Caigo en trampas que yo mismo armo
¿Qué quieres saber?
Soy viento, soy brisa
Soy pez, soy el anzuelo
Escrita por: Ordep Lemos / Paulinho Rocha