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Prohibido

Evoney Fernandes

Proibido

Tá solteira, de novo pela terceira vez
Depois de mim, quem entra na sua vida vira nada, vira ex
Eu tô achando é que você não me esqueceu
Na sua cama e na sua vida falta eu
Mas se eu brotar na sua frente

Cê não aguenta, minha voz baixa no ouvido
Minha barba no teu pescoço e minha mão no proibido
E na sua cama você chora de saudade
Eu te pego na maldade, mas te trato com carinho

Cê não aguenta, minha voz baixa no ouvido
Minha barba no teu pescoço e minha mão no proibido
E na sua cama você chora de saudade
Eu te pego na maldade, mas te trato com carinho

Com carinho

Minha ex
Eu tô achando é que você não me esqueceu
Na sua cama e na sua vida falta eu
Mas se eu brotar na sua frente

Cê não aguenta
Minha mão no proibido
E na sua cama você chora de saudade
Eu te pego na maldade, mas te trato com carinho

Cê não aguenta
Minha voz baixa no ouvido
Minha barba no teu pescoço
Minha mão no proibido
E na sua cama você chora de saudade
Eu te pego na maldade, mas te trato com carinho
Com carinho

Eita, agora respeite o pai da cereshta!
Eu não sou pai só da seresta não, eu sou pai teu também!

Prohibido

Tá soltera, de nuevo por tercera vez
Después de mí, quien entra en tu vida se convierte en nada, se convierte en ex
Lo que pienso es que no me has olvidado
En tu cama y en tu vida me falta a mí
Pero si aparezco frente a ti

No aguantas, mi voz baja en tu oído
Mi barba en tu cuello y mi mano en lo prohibido
Y en tu cama lloras de añoranza
Te agarro con malicia, pero te trato con cariño

No aguantas, mi voz baja en tu oído
Mi barba en tu cuello y mi mano en lo prohibido
Y en tu cama lloras de añoranza
Te agarro con malicia, pero te trato con cariño

Con cariño

Mi ex
Lo que pienso es que no me has olvidado
En tu cama y en tu vida me falta a mí
Pero si aparezco frente a ti

No aguantas
Mi mano en lo prohibido
Y en tu cama lloras de añoranza
Te agarro con malicia, pero te trato con cariño

No aguantas
Mi voz baja en tu oído
Mi barba en tu cuello
Mi mano en lo prohibido
Y en tu cama lloras de añoranza
Te agarro con malicia, pero te trato con cariño
Con cariño

¡Caray, ahora respeta al padre de la serenata!
¡No soy padre solo de la serenata, también soy tu padre!

Escrita por: Samuel / Taigo Parazim