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Nuestra Casa

Experiência Ápyus

Nossa Casa

Seus olhos sóis que ofuscam os meus
Meus braços nós que não livram os teus
Seu corpo um lar que quero como um par
Nossa casa

Traz-me tua voz e arrepia-me a tez
Em meus lençóis há de sempre ter vez
Meu corpo um par que te dou como lar
Nossa casa

Momento
E se sinto tua mão, de repente, encostar em minha nuca,
fecho os olhos e deixo invadir-me a dança dos teus dedos
tocando delicadamente os meus cabelos,
como procurasse notas ainda não descobertas.

Se me encontro em teus olhos de cores intensas
indefinidas, distraída me perco por horas
na busca de qualquer coisa capaz de retribuir toda
a paz que me toma e, sem nada à altura, apenas dou
meu sorriso de gratidão.

Se te flagro, sem querer, bisbilhotando os meus
segredos, faço charme, sustento um mistério inexistente,
porque, ainda sem contar-te coisa alguma, tu sabes
de mim quase tudo, só não sabes o quanto preciso
de ti por perto.

Se me lembro, já sem qualquer controle sobre
meu peito, que por um momento eu e te amei tanto,
e por outro e por outro e por tantos,
esqueço completamente das poucas vezes em que vivi
sem estar te amando.

Nuestra Casa

Tus ojos soles que deslumbran los míos
Mis brazos nudos que no liberan los tuyos
Tu cuerpo un hogar que deseo como un par
Nuestra casa

Tráeme tu voz y erízame la piel
En mis sábanas siempre habrá lugar
Mi cuerpo un par que te doy como hogar
Nuestra casa

Momento
Y si siento tu mano, de repente, rozar mi nuca,
cierro los ojos y dejo que la danza de tus dedos me invada
tocando delicadamente mi cabello,
como si buscaran notas aún no descubiertas.

Si me encuentro en tus ojos de colores intensos
indefinidos, distraída me pierdo por horas
en la búsqueda de algo capaz de devolverme toda
la paz que me envuelve y, sin nada a la altura, solo doy
mi sonrisa de agradecimiento.

Si te descubro, sin querer, husmeando en mis
secretos, hago alarde, sostengo un misterio inexistente,
pues, aún sin contarte nada, tú sabes
casi todo de mí, solo no sabes cuánto necesito
tenerte cerca.

Si recuerdo, ya sin ningún control sobre
mi pecho, que por un momento yo y te amé tanto,
y por otro y por otro y por tantos,
olvido por completo las pocas veces en que viví
sin amarte."

Escrita por: Andrea Marinho / Marlos Ápyus / Rodrigo Levino