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Tabernáculo

Fabiana Caldeira

Tabernáculo

No átrio crucifico minha carne
Um lugar de luta constante
Quando dobro os meus joelhos
Culpas, falhas, começo a pensar

Tua presença parece tão distante de mim
Acho que minha voz tu não está a ouvir
Mas quanto mais permaneço
Em tua presença
Menos de minha carne permanece em mim

No lugar santo começo a prantear
Pois sinto tua presença a me tocar
Todos os ídolos e pecados
Que em meu coração está
Tu estás a tirar, tu estás a tirar

Dia após dia preciso morrer
Pra que em ti eu possa renascer
Suspiro por ti, sinto sede de ti

Quando poderei ir?
Quando poderei me ver
Perante a tua face meu rei?

No santo dos santos
Não clamo e nem peço
Apenas recebo, de ti recebo
Não estou desejando, nem estou sedento
Porque de ti já, eu já estou recebendo

Oh

No santo dos santos
Não clamo e nem peço
Apenas recebo, de ti recebo
Não estou desejando, nem estou sedento
Porque de ti já, eu já estou recebendo

Nada posso falar
Pois meu espírito está
De ti a transbordar, de ti a transbordar

Nada posso falar
Pois meu espírito está
De ti a transbordar, de ti a transbordar

Nada posso falar
Pois meu espírito está
De ti a transbordar, de ti a transbordar

Nada posso falar
Pois meu espírito está
De ti a transbordar, de ti a transbordar

Oh

Tabernáculo

En el atrio crucifico mi carne
Un lugar de lucha constante
Cuando doblo mis rodillas
Culpas, fallas, empiezo a pensar

Tu presencia parece tan distante de mí
Creo que mi voz no estás escuchando
Pero mientras permanezco
En tu presencia
Menos de mi carne queda en mí

En el lugar santo comienzo a llorar
Pues siento tu presencia tocándome
Todos los ídolos y pecados
Que están en mi corazón
Tú los estás quitando, tú los estás quitando

Día tras día debo morir
Para renacer en ti
Suspiro por ti, siento sed de ti

¿Cuándo podré ir?
¿Cuándo podré verme
Ante tu rostro, mi rey?

En el santo de los santos
No clamo ni pido
Sólo recibo, de ti recibo
No deseo, ni tengo sed
Porque de ti ya, ya estoy recibiendo

Oh

En el santo de los santos
No clamo ni pido
Sólo recibo, de ti recibo
No deseo, ni tengo sed
Porque de ti ya, ya estoy recibiendo

Nada puedo decir
Porque mi espíritu
Está rebosante de ti, rebosante de ti

Nada puedo decir
Porque mi espíritu
Está rebosante de ti, rebosante de ti

Nada puedo decir
Porque mi espíritu
Está rebosante de ti, rebosante de ti

Nada puedo decir
Porque mi espíritu
Está rebosante de ti, rebosante de ti

Oh

Escrita por: Fabiana Caldeira