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Augusta, Angélica y Consolación

Fabiano Medeiros

Augusta, Angélica e Consolação

Augusta
Graças a Deus, graças a Deus
Entre você e a Angélica
Eu encontrei a Consolação
Que veio olhar por mim
E me deu a mão

Augusta
Graças a Deus, graças a Deus
Entre você e a Angélica
Eu encontrei a Consolação
Que veio olhar por mim
E me deu a mão

Augusta, (que saudade)
Você era vaidosa, (que saudade)
E gastava o meu dinheiro, (que saudade)
Com roupas importadas e outras bobagens

Angélica, (que maldade)
Você sempre me deu bolo, (que maldade)
E andava com a roupa, (que maldade)
Cheirando a consultório médico, Angélica

Augusta
Graças a Deus, graças a Deus
Entre você e a Angélica
Eu encontrei a consolação
Que veio olhar por mim
E me deu a mão

Quando eu vi
Que o largo dos aflitos
Não era bastante largo
Pra caber minha aflição

Eu fui morar na estação da luz
Porque estava tudo escuro
Dentro do meu coração
Eu fui morar

Eu fui morar na estação da luz
Porque estava tudo escuro
Dentro do meu coração

Augusta, (que saudade)
Você era vaidosa, (que saudade)
E gastava o meu dinheiro, (que saudade)
Com roupas importadas e outras bobagens

Angélica, (que maldade)
Você sempre me deu bolo, (que maldade)
E até andava com a roupa, mulher! (que maldade)
Cheirando a consultório médico
Angélica… Augusta… Consolação

Muito pra mim é tão pouco
E pouco é um pouco demais
Viver tá me deixando louco
Não sei mais do que sou capaz
Gritando pra não ficar rouco
Em guerra lutando por paz

Augusta, Angélica y Consolación

Augusta
Gracias a Dios, gracias a Dios
Entre tú y Angélica
Encontré la Consolación
Que vino a cuidar de mí
Y me dio la mano

Augusta
Gracias a Dios, gracias a Dios
Entre tú y Angélica
Encontré la Consolación
Que vino a cuidar de mí
Y me dio la mano

Augusta, (qué nostalgia)
Eras vanidosa, (qué nostalgia)
Y gastabas mi dinero, (qué nostalgia)
En ropa importada y otras tonterías

Angélica, (qué maldad)
Siempre me dejabas plantado, (qué maldad)
Y andabas con ropa, (qué maldad)
Oliendo a consultorio médico, Angélica

Augusta
Gracias a Dios, gracias a Dios
Entre tú y Angélica
Encontré la consolación
Que vino a cuidar de mí
Y me dio la mano

Cuando vi
Que el ancho de los afligidos
No era lo suficientemente ancho
Para contener mi aflicción

Fui a vivir a la estación de luz
Porque todo estaba oscuro
Dentro de mi corazón
Fui a vivir

Fui a vivir a la estación de luz
Porque todo estaba oscuro
Dentro de mi corazón

Augusta, (qué nostalgia)
Eras vanidosa, (qué nostalgia)
Y gastabas mi dinero, (qué nostalgia)
En ropa importada y otras tonterías

Angélica, (qué maldad)
Siempre me dejabas plantado, (qué maldad)
Y hasta andabas con ropa, mujer! (qué maldad)
Oliendo a consultorio médico
Angélica… Augusta… Consolación

Mucho para mí es tan poco
Y poco es demasiado
Vivir me está volviendo loco
No sé de qué soy capaz
Gritando para no quedarme ronco
En guerra luchando por paz

Escrita por: Tom Zé