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Tengo que irme

Fábio Barucci

Eu Tenho Que Ir Embora

Minha cabeça roda porque eu não entendo
Tanta coisa fútil que a gente vê.
Já não me importam o passado e o presente,
Inconscientemente se esquece de crescer.

Não vou ficar parado aqui esperando
A minha extrema-unção.
Estagnado, inerte de braços cruzados nessa indigna vida de cão.

Mas agora eu tenho que ir embora que já amanheceu.
Mas agora ta na minha hora, esse não sou eu.

Esse não sou eu que fica esperando que façam por mim.
Eu boto a mão na massa, eu vou no peito, eu vou na raça,
Suo a camisa até conseguir.

Eu boto a boca no trombone, só não vou morrer de fome,
De injustiça e amor.
Não vou ficar sentado aqui marcando,
Não sou um perdedor...

Mas agora eu tenho que ir embora que já amanheceu.
Mas agora ta na minha hora, esse não sou eu.

Minha cabeça roda porque eu não entendo
Tanta coisa fútil que a gente vê.
Já não me importa o passado e o presente,
Inconscientemente se esquece de crescer.

Não vou ficar parado aqui esperando
A minha extrema-unção.
Estagnado, inerte de braços cruzados nessa indigna vida de cão.

Mas agora eu tenho que ir embora que já amanheceu.
Mas agora ta na minha hora, esse não sou eu.

Tengo que irme

Mi cabeza está girando porque no lo entiendo
Tantas cosas inútiles que vemos
No me importa el pasado y el presente
Inconscientemente se olvida de crecer

No voy a quedarme aquí esperando
Mis últimos ritos
Estancada, inerte con los brazos cruzados en esta indigna vida de perro

Pero ahora me tengo que ir por la mañana
Pero ahora es mi momento, ese no soy yo

Ese no soy yo esperando que lo hagas por mí
Puse mi mano en la masa, voy en el pecho, voy en la carrera
Me sudo la camisa hasta que la tengo

Puse mi boca en el trombón, no me moriré de hambre
De injusticia y amor
No voy a sentarme aquí y anotar
No soy un perdedor

Pero ahora me tengo que ir por la mañana
Pero ahora es mi momento, ese no soy yo

Mi cabeza está girando porque no lo entiendo
Tantas cosas inútiles que vemos
No me importa el pasado y el presente
Inconscientemente se olvida de crecer

No voy a quedarme aquí esperando
Mis últimos ritos
Estancada, inerte con los brazos cruzados en esta indigna vida de perro

Pero ahora me tengo que ir por la mañana
Pero ahora es mi momento, ese no soy yo

Escrita por: Gleyson Fonseca