395px

Ven a Amarme

Fabio Haro

Vem Me Amar

Sem vida sem rumo, sozinho na estrada
Perdi seu amor, não tenho mais nada

Quando eu ti vi olhar pra mim
De um jeito a desistir, dos nossos sonhos
Me imaginei sem ter ninguém
Sozinho sem amor, tudo é tão pouco

Disse que queria um tempo a sós
Mas ouvi outra voz sempre a ecoar
Que não havia nada mais pra nós
E nem a sua voz pra me alegrar

E desde então tô perdido sempre perdido
Vem me encontrar
E desde então tô sozinho, sempre sozinho
Vem me amar, a, a a, a

Quando eu ti ouvi a me falar
Que iria caminhar em outra estrada
Procurei razões para seguir
Motivos pra sorrir, não achei nada

Disse que queria um tempo a sós
Mas ouvi outra voz sempre a ecoar
Que não havia nada mais pra nós
E nem a sua voz pra me alegrar

E desde então tô perdido
Sempre perdido
Vem me encontrar
E desde então tô sozinho
Sempre sozinho
Vem me amar, a, a a, a

E desde então tô perdido
Sempre perdido
Vem me encontrar
E desde então tô sozinho
Sempre sozinho
Vem me amar, a, a a, a

Ven a Amarme

Sin vida, sin rumbo, solo en el camino
Perdí tu amor, ya no tengo nada

Cuando te vi mirarme
De una manera que parecía renunciar a nuestros sueños
Me imaginé sin nadie
Solo, sin amor, todo es tan poco

Dijiste que querías un tiempo a solas
Pero escuché otra voz resonando siempre
Que no había nada más para nosotros
Y ni tu voz para alegrarme

Y desde entonces estoy perdido, siempre perdido
Ven a encontrarme
Y desde entonces estoy solo, siempre solo
Ven a amarme, a, a, a, a

Cuando te escuché hablarme
Diciendo que seguirías por otro camino
Busqué razones para seguir
Motivos para sonreír, no encontré nada

Dijiste que querías un tiempo a solas
Pero escuché otra voz resonando siempre
Que no había nada más para nosotros
Y ni tu voz para alegrarme

Y desde entonces estoy perdido
Siempre perdido
Ven a encontrarme
Y desde entonces estoy solo
Siempre solo
Ven a amarme, a, a, a, a

Y desde entonces estoy perdido
Siempre perdido
Ven a encontrarme
Y desde entonces estoy solo
Siempre solo
Ven a amarme, a, a, a, a

Escrita por: Fábio Haro