Feira de Mangaio
Fumo de rolo arreio de cangalha
Eu tenho pra vender, quem quer comprar?
Bolo de milho broa e cocada
Eu tenho pra vender, quem quer comprar?
Pé de moleque, alecrim, canela
Moleque sai daqui me deixa trabalhar
E Zé saiu correndo pra feira de pássaros
E foi passo-voando pra todo lugar
Tinha uma vendinha no canto da rua
Onde o mangaieiro ia se animar
Tomar uma bicada com lambu assado
E olhar pra Maria do Juá
Tinha uma vendinha no canto da rua
Onde o mangaiero ia se animar
Tomar uma bicada com lambu assado
E olhar pra Maria do Juá
Cabresto de cavalo e rabichola
Eu tenho pra vender, quem quer comprar?
Farinha, rapadura, e graviola
Eu tenho pra vender, quem quer comprar?
Pavio de candeeiro, panela de barro
Menino vou me embora tenho que voltar
Xaxar o meu roçado que nem boi de carro
Alpargata de arrasto não quer me levar
Porque tem um sanfoneiro no canto da rua
Fazendo floreio pra gente dançar
Tem Zefa de purcina fazendo renda
E o ronco do fole sem parar
Mas é que tem um sanfoneiro no canto da rua
Fazendo floreio pra gente dançar
Tem Zefa de purcina fazendo renda
E o ronco do fole sem parar
Feria de Mangaio
Humo de cigarro, arnés de aparejo
Tengo para vender, ¿quién quiere comprar?
Pastel de choclo, pan y cocada
Tengo para vender, ¿quién quiere comprar?
Maní, romero, canela
Niño, lárgate de aquí y déjame trabajar
Y Zé salió corriendo a la feria de pájaros
Y voló por todas partes
Había una tiendita en la esquina de la calle
Donde el vendedor de mangos iba a animarse
A tomar un trago con pescado asado
Y mirar a María del Guayabo
Había una tiendita en la esquina de la calle
Donde el vendedor de mangos iba a animarse
A tomar un trago con pescado asado
Y mirar a María del Guayabo
Cabestro de caballo y rienda
Tengo para vender, ¿quién quiere comprar?
Harina, panela y guanábana
Tengo para vender, ¿quién quiere comprar?
Pabilo de lámpara, olla de barro
Niño, me tengo que ir, tengo que regresar
A arar mi campo como buey de carreta
Las alpargatas no quieren llevarme
Porque hay un acordeonista en la esquina de la calle
Haciendo florituras para que la gente baile
Está Zefa de Purcina tejiendo encaje
Y el ronquido del fuelle sin parar
Pero es que hay un acordeonista en la esquina de la calle
Haciendo florituras para que la gente baile
Está Zefa de Purcina tejiendo encaje
Y el ronquido del fuelle sin parar
Escrita por: Glorinha Gadelha / Sivuca