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Voces del Zen

Fábrica da Arte

Vozes do Zen

Eu ando afoito por algo ou alguém
Que diga o que há no ar outra vez
Nova bossa nova, talvez
um som que queira dizer
E diga

Eu ando em busca de vozes do Zen
E quem me diz que eu não vou encontrar
Ouvidos sensíveis ao sim
Vozes que não cantem canções
À grana

Um novo som não está tão longe assim
Sempre existiu e sempre existirá
Uma canção velha, nova, eterna, urgente
Que a gente queira escutar por ser assim

Se o novo é lindo, o velho é pai
Se o pouco é muito, o muito é mais
E eu vou cantar e ouvir os sons desse mundo
Enquanto houver alguém.

Voces del Zen

Ando ansioso por algo o alguien
Que diga lo que hay en el aire otra vez
Nueva bossa nova, quizás
un sonido que quiera expresar
Y diga

Ando en busca de voces del Zen
Y quien me dice que no encontraré
Oídos sensibles al sí
Voces que no canten canciones
Al dinero

Un nuevo sonido no está tan lejos así
Siempre ha existido y siempre existirá
Una canción vieja, nueva, eterna, urgente
Que la gente quiera escuchar por ser así

Si lo nuevo es hermoso, lo viejo es padre
Si lo poco es mucho, lo mucho es más
Y voy a cantar y escuchar los sonidos de este mundo
Mientras haya alguien.

Escrita por: Paulinho Belúcio / Rico Belúcio