Sexto Sentido
Hoje me procuras
Depois das loucuras
Que a gente viveu
Amigo perdido
Meu sexto sentido
Já te esqueceu
Eu limpei tuas botas
Ouvi tuas chacotas
De boêmio vadio
Foste o meu inferno
Às vezes tão terno
Nas noites de frio
Minha realeza
Foi de cama e mesa
Pra esconder, afinal
O quanto rasgaste
O quanto domaste
Cabresto e buçal
De dia me usavas
De noite abusavas
Egoísta e patrão
Vinhas de estribo
E relho
Quebrando os espelhos
E o meu coração
Sopra o minuano
E "el viento lejano"
Me leva daqui
Só sinto pelos pagos
E pelos afagos
Que não tive de ti
São coisas da vida
Estou de partida
Pra o que der e vier
De nada adiantava
Ser deusa ou escrava
E não ser mulher
Sexto Sentido
Hoy me buscas
Después de las locuras
Que vivimos
Amigo perdido
Mi sexto sentido
Ya te olvidó
Limpié tus botas
Escuché tus bromas
De bohemio vagabundo
Fuiste mi infierno
A veces tan tierno
En las noches frías
Mi realeza
Fue de cama y mesa
Para esconder, al final
Cuánto desgarraste
Cuánto domaste
Cabestro y bozal
De día me usabas
De noche abusabas
Egoísta y patrón
Venías de estribo
Y látigo
Rompiendo los espejos
Y mi corazón
Sopla el pampero
Y 'el viento lejano'
Me lleva de aquí
Solo siento por los pagos
Y por los mimos
Que no tuve de ti
Son cosas de la vida
Estoy de partida
Para lo que venga
De nada servía
Ser diosa o esclava
Y no ser mujer
Escrita por: Hermes Aquino, Jose Fogaca