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Valsa

Fantasmas de Marte

Valsa

Disfarçando o meu hábito de
Controlar, meu pensar
Aguardando o dia em que vou
Cantar, sem parar

Arriscando meu bem mais real
Desbravando a selva anormal
Escondido do bem e do mau
Sem ninguém, sem ninguém

Raras vezes eu vejo grandes
Animais, tão normais
No mundo onde um ser racional é
Banal, tão mortal

Controvérsias escondem a luz
Que ativam o meu pensamento
Quantas vezes irei mencionar
Sem mudança não ha rendimento

Arriscando meu bem mais real
Desbravando a selva anormal
Escondido do bem e do mau
Sem ninguém, sem ninguém

Controvérsias escondem a luz
Que ativam o meu pensamento
Quantas vezes irei mencionar
Sem mudança não ha rendimento

Valsa

Disfrazando mi hábito de
Controlar, mi pensar
Esperando el día en que voy
A cantar, sin parar

Arriesgando mi bien más real
Explorando la selva anormal
Escondido del bien y del mal
Sin nadie, sin nadie

Raras veces veo grandes
Animales, tan normales
En un mundo donde un ser racional es
Banal, tan mortal

Controversias esconden la luz
Que activan mi pensamiento
¿Cuántas veces mencionaré
Sin cambio no hay rendimiento

Arriesgando mi bien más real
Explorando la selva anormal
Escondido del bien y del mal
Sin nadie, sin nadie

Controversias esconden la luz
Que activan mi pensamiento
¿Cuántas veces mencionaré
Sin cambio no hay rendimiento

Escrita por: Fernando Pinherus