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Otra Estación

Fantasmas do Velho Oeste

Outra Estação

Caminhar sozinho entre essa gente
Caminhar em meio a tanta gente
Que não olha nos olhos
Que só olha para o solo
Em meio a tanto movimento

Pessoas, pessoas só saem
Só saem, mas não saem de seus mundos
Necessariamente individuais
Em meio a tanto movimento

Vou descer na outra estação
Vou descer na outra estação
Os galhos secos
Os galhos secos
É inverno aqui fora
É outra estação

Caminhar sozinho entre essa gente
Caminhar em meio a tanta gente
Que não olha nos olhos
Que só olha para o solo
Em meio a tanto movimento

Pessoas, pessoas só saem
Só saem, mas não saem de seus mundos
Necessariamente individuais
Em meio a tanto movimento

Vou descer na outra estação
Vou descer na outra estação
Os galhos secos
Os galhos secos
É inverno aqui fora
É outra estação

Vou descer na outra estação
Vou descer na outra estação
Os galhos secos
Os galhos secos
É inverno aqui fora
É outra estação

Otra Estación

Caminar solo entre esta gente
Caminar en medio de tanta gente
Que no mira a los ojos
Que solo mira al suelo
En medio de tanto movimiento

Personas, personas solo salen
Solo salen, pero no salen de sus mundos
Necesariamente individuales
En medio de tanto movimiento

Voy a bajar en otra estación
Voy a bajar en otra estación
Las ramas secas
Las ramas secas
Es invierno afuera
Es otra estación

Caminar solo entre esta gente
Caminar en medio de tanta gente
Que no mira a los ojos
Que solo mira al suelo
En medio de tanto movimiento

Personas, personas solo salen
Solo salen, pero no salen de sus mundos
Necesariamente individuales
En medio de tanto movimiento

Voy a bajar en otra estación
Voy a bajar en otra estación
Las ramas secas
Las ramas secas
Es invierno afuera
Es otra estación

Voy a bajar en otra estación
Voy a bajar en otra estación
Las ramas secas
Las ramas secas
Es invierno afuera
Es otra estación

Escrita por: Fabiano Favretto