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Vudú

Fantasmas do Velho Oeste

Voodoo

Voodoo, voodoo, voodoo
Minhas antenas foram arrancadas
Minha cabeça eu não mais sinto
Não resulta em coisa boa
O que acontece na madrugada

Voodoo, voodoo, voodoo

Estou num retrocesso metamorfósico
Que de inseto, virei humano
Dotado de uma alma sem propósito
Revertendo o estilo kafkiano

Voodoo, voodoo, voodoo

Me encontro entre alfinetes
Como é que me inspiro
Não procuro tanta gente
Eu sou um voodoo de grilo

Me encontro entre alfinetes
Como é que me inspiro
Não procuro tanta gente
Eu sou um voodoo de grilo
Voodoo

E agora eu tenho mãos estranhas
As pessoas não me tocam
Singularmente vazias
Meus interesses se chocam

Me encontro entre alfinetes
Como é que me inspiro
Não procuro tanta gente
Eu sou um voodoo de grilo
Voodoo

Vudú

Vudú, vudú, vudú
Mis antenas fueron arrancadas
Mi cabeza ya no siento
No resulta en nada bueno
Lo que sucede en la madrugada

Vudú, vudú, vudú

Estoy en retroceso metamórfico
De insecto, me convertí en humano
Dotado de un alma sin propósito
Revertiendo el estilo kafkiano

Vudú, vudú, vudú

Me encuentro entre alfileres
¿Cómo me inspiro?
No busco tanta gente
Soy un vudú de grillo

Me encuentro entre alfileres
¿Cómo me inspiro?
No busco tanta gente
Soy un vudú de grillo
Vudú

Y ahora tengo manos extrañas
La gente no me toca
Singularmente vacías
Mis intereses chocan

Me encuentro entre alfileres
¿Cómo me inspiro?
No busco tanta gente
Soy un vudú de grillo
Vudú

Escrita por: Fabiano Favretto