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El Hombre de Yeso

Fantine Thó

O Homem de Gesso

É, não canso de olhar
Pela janela do seu quarto um lindo luar
Você, sempre me disse
Que as luzes dos astros pertencem aos homens humildes
Heeyeah!

Pai, me tira daqui
Não quero ficar entre muros de tantos palpites
Mãe, me leva pra casa
Já passou da hora de ser um herói sem espada

Não quero sonhar, nem posso acordar
Às vezes eu fico sem ar

Você, o homem de gesso
Sem nome, sem berço
Querendo ser Deus, querendo ser Deus
Querendo ser

Filha, me dê a luz
Pensei que o mundo pudesse ser mais azul
Filho, me ensina a ver
As memórias da minha infância não quero perder

Meus braços de pedra não querem abrir
Nem mesmo sorrir, eu posso mais
Minha alma de gelo, meu corpo de gesso
Não querem ao menos amar em paz
Amar em paz

El Hombre de Yeso

Sí, no me canso de mirar
Por la ventana de tu habitación una hermosa luz de luna
Tú, siempre me dijiste
Que las luces de las estrellas pertenecen a los hombres humildes
¡Sííí!

Padre, sácame de aquí
No quiero estar entre muros de tantos consejos
Madre, llévame a casa
Ya es hora de ser un héroe sin espada

No quiero soñar, ni puedo despertar
A veces me quedo sin aire

Tú, el hombre de yeso
Sin nombre, sin cuna
Queriendo ser Dios, queriendo ser Dios
Queriendo ser

Hija, dame la luz
Pensé que el mundo podría ser más azul
Hijo, enséñame a ver
No quiero perder los recuerdos de mi infancia

Mis brazos de piedra no quieren abrir
Ni siquiera sonreír, puedo más
Mi alma de hielo, mi cuerpo de yeso
No quieren siquiera amar en paz
Amar en paz

Escrita por: Jonathan Tho