Serpente
Posso falar de sexo
Inventar o meu próprio tormento
Esquecer velhos gostos
Abusar de muitos transtornos
Parir esperanças para um envelhecido povo
Ser fala da não sobriedade
Só não devo cruzar os braços
E calar sem consentir
Só não devo fechar os olhos
E omitir
Posso beijar bizarrices
Esmagar cabeças reaças
Não ponderar limites feitos
Procriar mais um pouco de raiva
Ter a soberba como o sol
Bramir vaidades
Não acreditar em honestidades
Só não devo cruzar os braços
E calar sem consentir
Só não devo fechar os olhos
E omitir
Vesti o mundo com rastejo de serpente
Só não devo cruzar os braços
E calar sem consentir
Só não devo fechar os olhos
E omitir
Serpiente
Puedo hablar de sexo
Inventar mi propio tormento
Olvidar antiguos gustos
Abusar de muchos trastornos
Dar a luz esperanzas para un pueblo envejecido
Ser la voz de la no sobriedad
Solo no debo cruzar los brazos
Y callar sin consentir
Solo no debo cerrar los ojos
Y omitir
Puedo besar rarezas
Aplastar cabezas reaccionarias
No considerar límites establecidos
Procrear un poco más de ira
Tener la soberbia como el sol
Gritar vanidades
No creer en honestidades
Solo no debo cruzar los brazos
Y callar sin consentir
Solo no debo cerrar los ojos
Y omitir
Vestí al mundo con el arrastre de una serpiente
Solo no debo cruzar los brazos
Y callar sin consentir
Solo no debo cerrar los ojos
Y omitir
Escrita por: Brenno Xavier