Paladar
Onde foi que você perdeu sua crítica, o seu paladar?
Como foi, porque foi que não soube me amar?
Quando eu estava perto
O amor morre de cansaço
E renasce um carinho
Do seu ressentimento de ainda estar sozinho
Mas não se engane,
Não chame despeito de saudade
Você não perdeu nem um pouco o costume de me incomodar
Me tirar do sossego pra eu admirar
Sua infelicidade
E logo agora que eu aprendi a conviver com a minha
Eu já morei com medo de acabar sozinha
E agora você pede pra voltar
Me humilha mais uma vez
Pensa que eu vou voltar, me humilha
Por que será que o amor se considera imune?
Você não perdeu nem um pouco o costume de me incomodar
Me tirar do sossego pra eu admirar
Sua infelicidade
E logo agora que eu aprendi a conviver com a minha
Eu já morei com medo de acabar sozinha
E agora você pede pra voltar
Me humilha mais uma vez
Pensa que eu vou voltar, me humilha
Paladar
¿Dónde fue que perdiste tu crítica, tu paladar?
¿Cómo fue, por qué fue que no supiste amarme?
Cuando estaba cerca
El amor muere de cansancio
Y renace un cariño
De tu resentimiento de seguir solo
Pero no te engañes
No llames despecho a la nostalgia
No has perdido ni un poco la costumbre de molestarme
Sacar de mi calma para que admire
Tu infelicidad
Y justo ahora que aprendí a convivir con la mía
Ya viví con miedo de quedarme sola
Y ahora pides que vuelva
Me humillas una vez más
¿Crees que voy a volver, me humillas?
¿Por qué será que el amor se siente inmune?
No has perdido ni un poco la costumbre de molestarme
Sacar de mi calma para que admire
Tu infelicidad
Y justo ahora que aprendí a convivir con la mía
Ya viví con miedo de quedarme sola
Y ahora pides que vuelva
Me humillas una vez más
¿Crees que voy a volver, me humillas?
Escrita por: Fátima Guedes