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Cara de la suerte

Felipão

Cara de Sorte

Sou um cara de sorte
Sou um cara abençoado
Só não tenho dinheiro
Mas sou desenrolado

Quando eu quero uma mulher
Eu agarro
Chamo logo para dar uma voltinha de carro
Mas o carro não é meu
É emprestado
Mas é o mesmo que ser meu
É do meu cunhado!

Sou um cara de sorte
Sou um cara abençoado
Só não tenho dinheiro
Mas sou desenrolado

Quando eu vou para o bar
Não preciso pagar
O vagabundo paga tudo, tudo, tudo ele me dá!
Tem cachaça e tem cerveja
E eu vou bebendo
Eu chego em Fortaleza, só não bebo veneno!

Sou um cara de sorte
Sou um cara abençoado
Só não tenho dinheiro
Mas sou desenrolado

Quando eu vou pro cabaré
Eu não pago
Peço logo uma bebida e acendo logo um cigarro
Tem mulher por todo lado
Tem mulher me olhando
Chama a menina
Pra debaixo dos panos

Cara de la suerte

Soy un chico afortunado
Soy un chico bendito
No tengo dinero
Pero estoy desenrollado

Cuando quiero una mujer
Yo lo agarro
Te llamaré enseguida para dar un paseo
Pero no es mi coche
Es prestado
Pero es lo mismo que ser mío
¡Es de mi cuñado!

Soy un chico afortunado
Soy un chico bendito
No tengo dinero
Pero estoy desenrollado

Cuando voy al bar
No tengo que pagar
¡El vagabundo paga por todo, todo, todo lo que me da!
Hay cachaça y hay cerveza
Y voy a beber
¡Voy a Fortaleza, no bebo veneno!

Soy un chico afortunado
Soy un chico bendito
No tengo dinero
Pero estoy desenrollado

Cuando voy al cabaret
Yo no pago
Pediré un trago y encenderé un cigarrillo
Hay mujeres por todas partes
Hay una mujer mirándome
Llama a la chica
Debajo de la tela

Escrita por: Toninho Bauru, Wal Arruda