Correntes
Ah ! Esse luar que clareia
Essa brisa que me toca
Ouço o sino badalar
E uma cantiga vê de longe
Quando o eco me responde
Já é hora de sonhar
De emoção e arrepiado
Fico meio embaraçado
Tento me aproximar
É que a timidez me desnorteia
As minhas pernas bambeiam
Não consigo caminhar
Sinto a pancada no meu peito
Ninguém toma providências
Pra tirar minha agonia
Preso nas correntes da saudade
E envolto de vontade
De estar perto de você
Cadenas
¡Ah! Esta luz de luna que ilumina
Esta brisa que me acaricia
Escucho la campana sonar
Y una canción viene de lejos
Cuando el eco me responde
Ya es hora de soñar
De emoción y escalofríos
Me siento un poco avergonzado
Intento acercarme
Es que la timidez me desorienta
Mis piernas tiemblan
No puedo caminar
Siento el golpe en mi pecho
Nadie toma medidas
Para aliviar mi agonía
Atrapado en las cadenas de la nostalgia
Y lleno de ganas
De estar cerca de ti
Escrita por: Fátima Leão / Zancopé Simões