Oi, Com Licença?
Oi Com Licença? Eu posso entrar?
Não gosto de festa mais passei a frequentar
Agora eu vivo na rua, frequentando puteiro
Vivendo uma vida bandida de loucura medo e desejo
Eu sei que eu te disse que não devia nada a ninguém, eu sei que eu te disse que não devia nada a ninguém
Eu não peço perdão só pra te agradar
Procure melhorar seu disfarce pra falar
Seja sujeito homem quando for pra me julgar
Do que importa a dor se eu não tenho ela pra te dar?
E a felicidade é algo abstrato pra falar do amor
E a felicidade é algo abstrato pra falar do amor
Oi Com Licença? Eu posso entrar?
Não gosto de festa mais passei a frequentar
Agora eu vivo na rua, frequentando puteiro
Vivendo uma vida bandida de loucura medo e desejo
Eu sei que eu te disse que não devo, devo nada a ninguém
Eu sei que eu te disse que não devo, devo nada a ninguém
Eu não peço perdão só pra te agradar
Procure melhorar seu disfarce pra falar
Seja sujeito homem quando for pra me julgar
Do que adianta a dor se eu não tenho ela pra te dar?
E a felicidade é algo abstrato pra falar do amor
E a felicidade é algo abstrato pra falar do amor
Oi com licença? Oi com licença?
¿Puedo pasar?
¿Puedo pasar? ¿Puedo entrar?
No me gustan las fiestas, pero empecé a ir
Ahora vivo en la calle, yendo a burdeles
Viviendo una vida loca de locura, miedo y deseo
Sé que te dije que no le debo nada a nadie, sé que te dije que no le debo nada a nadie
No pido perdón solo para agradarte
Mejorá tu disfraz para hablarme
Sé un hombre de verdad cuando vayas a juzgarme
¿De qué sirve el dolor si no tengo para darte?
Y la felicidad es algo abstracto para hablar del amor
Y la felicidad es algo abstracto para hablar del amor
¿Puedo pasar? ¿Puedo entrar?
No me gustan las fiestas, pero empecé a ir
Ahora vivo en la calle, yendo a burdeles
Viviendo una vida loca de locura, miedo y deseo
Sé que te dije que no debo, no le debo nada a nadie
Sé que te dije que no debo, no le debo nada a nadie
No pido perdón solo para agradarte
Mejorá tu disfraz para hablarme
Sé un hombre de verdad cuando vayas a juzgarme
¿De qué sirve el dolor si no tengo para darte?
Y la felicidad es algo abstracto para hablar del amor
Y la felicidad es algo abstracto para hablar del amor
¿Puedo pasar? ¿Puedo pasar?
Escrita por: Felipe I Queiroz