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Borracho/ De Eso Le Gusta Al Viejo (popurrí)

Felix Sollo

Cachaceiro/ É Disso Que O Velho Gosta (pot-pourri)

Dizem que eu sou cachaceiro
Cachaceiro eu não sou
Cachaceiro é quem fabrica a pinga
Eu sou só consumidor

Dizem que eu sou cachaceiro
Cachaceiro eu não sou
Cachaceiro é quem fabrica a pinga
Eu sou só consumidor

Tô virando pé de cana
Toda noite eu tô bebendo
Tô bebendo por amor
Por amor eu tô sofrendo

A malvada me largou
E disse que não vai voltar
E se ela não vier correndo, meu Deus
Eu sei que não vou aguentar

Dizem que eu sou cachaceiro
Cachaceiro eu não sou
Cachaceiro é quem fabrica a pinga
Eu sou só consumidor

Dizem que eu sou cachaceiro
Cachaceiro eu não sou
Cachaceiro é quem fabrica a pinga
Eu sou só consumidor

Eu sou um peão de estância, nascido lá no galpão
E aprendi desde criança a honrar a tradição
Meu pai era um gaúcho que nunca conheceu luxo
Mas viveu folgado, enfim
E quando alguém perguntava
Do que ele mais gostava, o velho dizia assim

Churrasco, bom chimarrão, fandango, trago e mulher
É disso que o velho gosta, é isso que o velho quer
Churrasco, bom chimarrão, fandango, trago e mulher
É disso que o velho gosta, é isso que o velho quer

E foi assim que aprendi a gostar do que é bom
A tocar minha cordeona, cantar sem sair do tom
Ser amigo dos amigos
Nunca fugir do perigo, meu velho pai me ensinou
E eu que vivo a cantar, sempre aprendi a gostar
Do que o meu velho gostou

Churrasco, bom chimarrão, fandango, trago e mulher
É disso que o velho gosta, é isso que o velho quer
Churrasco, bom chimarrão, fandango, trago e mulher
É disso que o velho gosta, é isso que o velho quer

Borracho/ De Eso Le Gusta Al Viejo (popurrí)

Dicen que soy borracho
Borracho no soy
Borracho es quien fabrica la caña
Yo solo soy consumidor

Dicen que soy borracho
Borracho no soy
Borracho es quien fabrica la caña
Yo solo soy consumidor

Me estoy convirtiendo en un pie de caña
Todas las noches estoy bebiendo
Estoy bebiendo por amor
Por amor estoy sufriendo

La malvada me dejó
Y dijo que no volverá
Y si ella no viene corriendo, Dios mío
Sé que no podré aguantar

Dicen que soy borracho
Borracho no soy
Borracho es quien fabrica la caña
Yo solo soy consumidor

Dicen que soy borracho
Borracho no soy
Borracho es quien fabrica la caña
Yo solo soy consumidor

Soy un peón de estancia, nacido allá en el galpón
Y aprendí desde niño a honrar la tradición
Mi padre era un gaucho que nunca conoció el lujo
Pero vivió holgadamente, al fin
Y cuando alguien preguntaba
De qué más disfrutaba, el viejo decía así

Asado, buen mate, fandango, trago y mujer
De eso le gusta al viejo, eso es lo que el viejo quiere
Asado, buen mate, fandango, trago y mujer
De eso le gusta al viejo, eso es lo que el viejo quiere

Y así fue como aprendí a disfrutar de lo bueno
A tocar mi acordeón, cantar sin desafinar
Ser amigo de los amigos
Nunca huir del peligro, mi viejo padre me enseñó
Y yo que vivo cantando, siempre aprendí a disfrutar
De lo que mi viejo disfrutó

Asado, buen mate, fandango, trago y mujer
De eso le gusta al viejo, eso es lo que el viejo quiere
Asado, buen mate, fandango, trago y mujer
De eso le gusta al viejo, eso es lo que el viejo quiere

Escrita por: Berenice da Conceição Azambuja / Eduardo Costa