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Marinero

Fernanda Aimê

Marinheiro

Do mar sabemos nós e os capitães
Do mar sabemos nós e os capitães

Faço-me ao sul
Porque pertenço ao norte
De polo a polo
Me abandono no caminho
Meu fim na verdade é circular sem fim
Ir além do porém
Por isso eu sei bem

Das estrelas
Da direção
E nada sei do futuro
Faço a projeção
Peço licença
Por onde eu for passar
Peço licença
E começo a navegar!

Do mar sabemos nós e os capitães
Do mar sabemos nós e os capitães

E quem nessa óde riscou no peito um navio a navegar?
E quem nesse navio quis ser marinheiro só?
Do mar sabemos nós e os capitães
Será?

Do mar sabemos nós e os capitães!
Do mar sabemos nós e os capitães!

Marinero

Del mar sabemos nosotros y los capitanes
Del mar sabemos nosotros y los capitanes

Me dirijo al sur
Porque pertenezco al norte
De polo a polo
Me abandono en el camino
Mi fin en realidad es circular sin fin
Ir más allá del sin embargo
Por eso sé bien

De las estrellas
De la dirección
Y nada sé del futuro
Hago la proyección
Pido permiso
Por donde vaya a pasar
Pido permiso
¡Y comienzo a navegar!

Del mar sabemos nosotros y los capitanes
Del mar sabemos nosotros y los capitanes

¿Y quién en esta oda se tatuó en el pecho un barco navegando?
¿Y quién en ese barco quiso ser marinero solamente?
Del mar sabemos nosotros y los capitanes
¿Será?

¡Del mar sabemos nosotros y los capitanes!
¡Del mar sabemos nosotros y los capitanes!

Escrita por: Fernanda Aimê