Toda Morte Vencida Gera Vida
Toda morte vencida gera vida
Todo medo destruído gera coragem
Toda perda que bate a porta se transforma em ganho
Se eu vencer mesmo tendo perdido
Então correrei com meus pés sem medo de tropeçar
Posso cortar minha carne pra morte atrair
Mas posso escolher o medo enfrentar
Quem disse que eu preciso me castigar?
Por que em minha carne vê sangue jorrar?
Eu não vou me matar
Por que ao vencer a morte eu sei
Que uma geração a vida eu irei entregar
Posso decidir sim, eu posso
Parar com tudo agora
E não permitir que a página continue a virar
Toda morte vencida gera vida
Todo medo destruído gera coragem
Toda perda que bate a porta se transforma em ganho
Posso dormir o sono da morte
Posso encontrar formas do meu ar não respirar
Mas há um destino, sim
Há um destino, sim
Se a morte quer tanto me parar
É porque se eu resistir e não me entregar, valerá a pena
Toda morte vencida gera vida
Todo medo destruído gera coragem
Toda perda que bate a porta se transforma em ganho
Toda muerte vencida genera vida
Toda muerte vencida genera vida
Todo miedo destruido genera coraje
Toda pérdida que llama a la puerta se convierte en ganancia
Si yo triunfo a pesar de haber perdido
Entonces correré con mis pies sin miedo a tropezar
Puedo cortar mi carne para atraer la muerte
Pero puedo elegir enfrentar el miedo
¿Quién dijo que debo castigarme?
¿Por qué ver sangre brotar de mi carne?
No me voy a matar
Porque al vencer a la muerte sé
Que a una generación la vida entregaré
Puedo decidir sí, puedo
Detener todo ahora
Y no permitir que la página siga girando
Toda muerte vencida genera vida
Todo miedo destruido genera coraje
Toda pérdida que llama a la puerta se convierte en ganancia
Puedo dormir el sueño de la muerte
Puedo encontrar formas para que mi aire no respire
Pero hay un destino, sí
Hay un destino, sí
Si la muerte quiere tanto detenerme
Es porque si resisto y no me rindo, valdrá la pena
Toda muerte vencida genera vida
Todo miedo destruido genera coraje
Toda pérdida que llama a la puerta se convierte en ganancia
Escrita por: Caíque Oliveira