Chá de Anis
Não se justifique tentando tapar buracos
Pois dos teus pecados, piores já perdoei
Não sou teu escravo, e tampouco teu algoz
Mas de tantos nós aprendi a me defender
(Derarunô, derarunô, derarunô, ooh
Derarú, deraruderarunô, ooh, ooh)
Pega suas tralhas, teus cigarros antipáticos
Mas pega uma malha que na rua tá bem frio
Leva lá pra fora esses seus olhos cheios d’água
Que eu e minha mágoa ficaremos bem aqui
(Derarunô, derarunô, derarunô, ooh
Derarú, deraruderarunô, ooh, ooh)
E mesmo que essa dor dure por toda a eternidade
Eu vou me curar cm um bom livro e chá de anis
Mesmo que a eternidade não apague a dor
Eu vou me esquecer do porquê de doer assim
Té de Anís
No te justifiques tratando de tapar agujeros
Porque de tus pecados, peores ya he perdonado
No soy tu esclavo, ni mucho menos tu verdugo
Pero de tantos nudos aprendí a defenderme
(Derarunô, derarunô, derarunô, ooh
Derarú, deraruderarunô, ooh, ooh)
Coge tus trastos, tus cigarrillos antipáticos
Pero coge un abrigo que en la calle hace mucho frío
Lleva afuera esos ojos llenos de lágrimas
Que yo y mi amargura nos quedaremos aquí
(Derarunô, derarunô, derarunô, ooh
Derarú, deraruderarunô, ooh, ooh)
Y aunque este dolor dure por toda la eternidad
Me curaré con un buen libro y té de anís
Aunque la eternidad no borre el dolor
Olvidaré por qué duele así
Escrita por: Fernanda Rocha