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Vaso Que Te Agrada

Fernanda Souza (Gospel)

Vaso Que Lhe Apraz

Senhor, me faz descer pra eu me encontrar
Voltar minhas origens pra Te adorar
Não quero mais viver como um servo cego sem Te contemplar

Quebra este vaso, rachado como estou
E tira as feridas que o mundo enviou
E molda como oleiro que tanto quer pra si o primeiro amor

Reconheço que sou vaso, mas estou sem valor
Por causa das cicatrizes, da guerra que passou
Mas sei que és o oleiro que molda do Teu jeito
O vaso que eu sou

Se preciso me amassa, me quebra, me refaz
Mas tira as feridas e me traga paz
Pois eu quero ser, oleiro, eu quero ser
O vaso que Lhe apraz

E quebra este vaso, rachado como estou
E tira as feridas que o mundo enviou
E molda como oleiro que tanto quer pra si o primeiro amor

Reconheço que sou vaso, mas estou sem valor
Por causa das cicatrizes, da guerra que passou
Mas sei que és o oleiro que molda do Teu jeito
O vaso que eu sou

Se preciso me amassa, me quebra, me refaz
Mas tira as feridas e me traga paz
Pois eu quero ser, oleiro, eu quero ser
O vaso que Lhe apraz

Reconheço que sou vaso, mas estou sem valor
Por causa das cicatrizes, da guerra que passou
Mas sei que és o oleiro que molda do Teu jeito
O vaso que eu sou

Se preciso me amassa, me quebra, me refaz
Mas tira as feridas e me traga paz
Pois eu quero ser, oleiro, eu quero ser
O vaso que Lhe apraz

Pois eu quero ser, oleiro, eu quero ser
O vaso que Lhe apraz

Vaso Que Te Agrada

Señor, hazme descender para encontrarme
Volver a mis orígenes para adorarte
No quiero vivir más como un siervo ciego sin contemplarte

Quiebra este vaso, roto como estoy
Y quita las heridas que el mundo me dio
Y moldea como alfarero que tanto anhela el primer amor

Reconozco que soy vaso, pero estoy sin valor
Por las cicatrices, de la guerra que pasó
Pero sé que eres el alfarero que moldea a tu manera
El vaso que soy

Si es necesario, aplástame, quiébrame, reházme
Pero quita las heridas y tráeme paz
Porque quiero ser, alfarero, quiero ser
El vaso que te agrada

Y quiebra este vaso, roto como estoy
Y quita las heridas que el mundo me dio
Y moldea como alfarero que tanto anhela el primer amor

Reconozco que soy vaso, pero estoy sin valor
Por las cicatrices, de la guerra que pasó
Pero sé que eres el alfarero que moldea a tu manera
El vaso que soy

Si es necesario, aplástame, quíebrame, reházme
Pero quita las heridas y tráeme paz
Porque quiero ser, alfarero, quiero ser
El vaso que te agrada

Reconozco que soy vaso, pero estoy sin valor
Por las cicatrices, de la guerra que pasó
Pero sé que eres el alfarero que moldea a tu manera
El vaso que soy

Si es necesario, aplástame, quíebrame, reházme
Pero quita las heridas y tráeme paz
Porque quiero ser, alfarero, quiero ser
El vaso que te agrada

Porque quiero ser, alfarero, quiero ser
El vaso que te agrada

Escrita por: Larissa Pires