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Diana

Fernando Brant

Diana

Velha amiga eu volto à nossa casa

Já não te encontro alegre, quase humana

Corpo pintado de branco e marrom
E uma tristeza no olhar

Como se conhecesse dor milenar

Já não te encontro à espera ao pé da porta
Correndo viva e bela ou descansando

Tanto vazio por todo lugar
Tanto silêncio sinto ao chegar

Ao nosso território de brincar
Almoço aos domingos, a velha farra
Todos vão inventando novos segredos

Fica a ausência branca e marrom
E uma tristeza milenar

Mas os meninos voltaram a brincar

Como se ainda sentissem o teu olhar

Diana, Diana, Diana, Dianá, Dianá

Diana, Diana, Diana, Dianá, Diá, Dianá, Dianá

Diana, Diana, Diana, Dianá, Dianá

Diana

Vieja amiga, regreso a nuestra casa
Ya no te encuentro alegre, casi humana
Cuerpo pintado de blanco y marrón
Y una tristeza en la mirada

Como si conociera un dolor milenario
Ya no te encuentro esperando al pie de la puerta
Corriendo viva y bella o descansando
Tanta vacío por todas partes
Tanto silencio siento al llegar

A nuestro territorio de jugar
Almuerzos los domingos, la vieja fiesta
Todos van inventando nuevos secretos
Queda la ausencia blanca y marrón
Y una tristeza milenaria

Pero los niños volvieron a jugar
Como si aún sintieran tu mirada

Diana, Diana, Diana, Dianá, Dianá
Diana, Diana, Diana, Dianá, Diá, Dianá, Dianá
Diana, Diana, Diana, Dianá, Dianá

Escrita por: Fernando Brant / Toninho Horta