Diana
Velha amiga eu volto à nossa casa
Já não te encontro alegre, quase humana
Corpo pintado de branco e marrom
E uma tristeza no olhar
Como se conhecesse dor milenar
Já não te encontro à espera ao pé da porta
Correndo viva e bela ou descansando
Tanto vazio por todo lugar
Tanto silêncio sinto ao chegar
Ao nosso território de brincar
Almoço aos domingos, a velha farra
Todos vão inventando novos segredos
Fica a ausência branca e marrom
E uma tristeza milenar
Mas os meninos voltaram a brincar
Como se ainda sentissem o teu olhar
Diana, Diana, Diana, Dianá, Dianá
Diana, Diana, Diana, Dianá, Diá, Dianá, Dianá
Diana, Diana, Diana, Dianá, Dianá
Diana
Vieja amiga, regreso a nuestra casa
Ya no te encuentro alegre, casi humana
Cuerpo pintado de blanco y marrón
Y una tristeza en la mirada
Como si conociera un dolor milenario
Ya no te encuentro esperando al pie de la puerta
Corriendo viva y bella o descansando
Tanta vacío por todas partes
Tanto silencio siento al llegar
A nuestro territorio de jugar
Almuerzos los domingos, la vieja fiesta
Todos van inventando nuevos secretos
Queda la ausencia blanca y marrón
Y una tristeza milenaria
Pero los niños volvieron a jugar
Como si aún sintieran tu mirada
Diana, Diana, Diana, Dianá, Dianá
Diana, Diana, Diana, Dianá, Diá, Dianá, Dianá
Diana, Diana, Diana, Dianá, Dianá
Escrita por: Fernando Brant / Toninho Horta