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Yo y la Soledad

Fernando Mendes

Eu e a Solidão

Enquanto a cidade dorme
Eu vou conversando com o meu coração
Na mesma hora o pensamento
Voa bem ligeiro em sua direção

Igual um passarinho triste
Eu agora vivo preso em sua mão
À espera da felicidade
Morro de saudade em minha solidão

Às vezes eu choro baixinho
Não conto nada pra ninguém
Arrumo o quarto com carinho
Mas você não vem, uô, não vem

De novo amanhece o dia
O Sol vai clareando o chão
E eu aqui vou te esperando
E por você chorando em minha solidão

Hoje eu sei, o amor que eu via
Em seus olhos não era só meu
Pra você fui apenas mais um
Que você iludiu e esqueceu

Hoje eu sei, o amor que eu via
Em seus olhos não era só meu
Pra você fui apenas mais um
Que você iludiu e esqueceu

Às vezes eu choro baixinho
Não conto nada pra ninguém
Arrumo o quarto com carinho
Mas você não vem, uô, não vem

De novo amanhece o dia
O Sol vai clareando o chão
E eu aqui vou te esperando
E por você chorando em minha solidão

Hoje eu sei, o amor que eu via
Em seus olhos não era só meu
Pra você fui apenas mais um
Que você iludiu e esqueceu

Hoje eu sei, o amor que eu via
Em seus olhos não era só meu
Pra você fui apenas mais um
Que você iludiu e esqueceu

Yo y la Soledad

Mientras la ciudad duerme
Yo converso con mi corazón
En ese momento el pensamiento
Vuela rápidamente hacia ti

Como un pájaro triste
Ahora vivo atrapado en tus manos
Esperando la felicidad
Muero de añoranza en mi soledad

A veces lloro en silencio
No le cuento a nadie
Arreglo la habitación con cuidado
Pero tú no vienes, no vienes

Otro día amanece de nuevo
El sol ilumina el suelo
Y aquí sigo esperándote
Llorando por ti en mi soledad

Hoy sé que el amor que veía
En tus ojos no era solo mío
Para ti solo fui uno más
Que ilusionaste y olvidaste

A veces lloro en silencio
No le cuento a nadie
Arreglo la habitación con cuidado
Pero tú no vienes, no vienes

Otro día amanece de nuevo
El sol ilumina el suelo
Y aquí sigo esperándote
Llorando por ti en mi soledad

Hoy sé que el amor que veía
En tus ojos no era solo mío
Para ti solo fui uno más
Que ilusionaste y olvidaste

Hoy sé que el amor que veía
En tus ojos no era solo mío
Para ti solo fui uno más
Que ilusionaste y olvidaste

Escrita por: Antonio Carlos De Carvalho / César Augusto