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Mestre

Fernando Santos Cunha

Não choremos se essas dores supremas
Geram sombria noite, em nosso ser magoado
Em nossa alma se arqueia
Cada folha imortal, de seus imensos poemas
Como um céu constelado
Desses eternos sóis
O canto, a estrofe e a ideia

Escrita por: Fernando Santos Cunha, Euclides Da Cunha