Quem creu em nossa pregação?
Quem viu a mão do Senhor?
Ele cresceu como raiz em terra seca, sem beleza, sem fulgor
Não havia Nele formosura
Que nos fizesse desejar
Vimo-lo sem aparência, e não quisemos olhar
Mas a Palavra já dizia, o Profeta já clamava
Ele tomaria sobre si a dor que nos
Machucava
E João então falou
No princípio era o verbo, mas Ele se fez carne
E habitou em nosso meio
Por amor Jesus veio
Não foi para condenar
Mas para salvar
E mesmo assim
Ele foi ferido por nossas transgressões, moído por nossos pecados
O castigo que nos traz a paz, Nele foi pago
Como um cordeiro levado ao matadouro, em silêncio seguiu
Não abriu a Sua boca, a justiça o afligiu
Ele foi humilhado, desprezado e cuspido
O Seu rosto desfigurado, o Seu corpo ferido
Ninguém queria estar perto dEle
Ao lado dos malfeitores, o Justo foi confundido
Ele levou sobre si o peso
De um mundo em trevas
A dor da humanidade, em cada passo que dava
Levando a cruz pesada, no caminho do Calvário
Para cumprir a promessa, o
Plano extraordinário
Mas a minha salvação e o meu perdão
Só foi possível, porque meus pecados foram lançados Nele
Ele desceu à sepultura, a
Dívida foi paga!
Mas o véu foi rasgado! A vitória está selada!
Mas ao terceiro dia ressuscitou, a morte não o segurou!
E aqueles que Dele zombou, vão
Ter que dizer
Verdadeiramente Jesus é o Filho de Deus!
Toda autoridade foi Me dada, e se dobre todo joelho
E toda língua confesse que Eu sou o Senhor!
No madeiro de dor, a sentença final
Pai, perdoa-os, porque não sabem o que faz
Consumado está