Sou Nordestino
Eu vim de lá do chão, de lá do meu sertão
Balançando a poeira eu sou da macaxeira, farinha e feijão
Eu vim de lá do chão, de lá do meu sertão
Balançando a poeira, eu sou da macaxeira, farinha e feijão
Dai, meu pai, força pro peão, nessa terra seca, colher o pão
Mãe, me traz farinha com café, sacia a fome
Do homem que tem fé
Eu vim de lá do chão, de lá do meu sertão
Balançando a poeira eu sou da macaxeira, farinha e feijão
Eu vim de lá do chão, de lá do meu sertão
Balançando a poeira, eu sou da macaxeira, farinha e feijão
E nessa vida tão sofrida, há quem diga não aguentar
Mas espero, com esperança de criança a chuva despencar
Eu vim de lá do chão, de lá do meu sertão
Balançando a poeira eu sou da macaxeira, farinha e feijão
Eu vim de lá do chão, de lá do meu sertão
Balançando a poeira, eu sou da macaxeira, farinha e feijão
Soy Noreste
Vine desde el suelo, desde el bosque
Swing el polvo soy de la macaxeira, harina y frijoles
Vine desde el suelo, desde el bosque
balanceando el polvo, soy de la macaxeira, harina y frijoles
Dé, padre mío, fuerza al peón, en esta tierra seca, para cosechar el pan
Madre, tráeme harina y café, apaga mi hambre
del hombre que tiene fe
Vine desde el suelo, desde el bosque
Swing el polvo soy de la macaxeira, harina y frijoles
Vine desde el suelo, desde el bosque
balanceando el polvo, soy de la macaxeira, harina y frijoles
Y en esta vida sufriente, hay quienes dicen que no pueden soportarla
Pero espero que, con la esperanza del niño, la lluvia se desplome
Vine desde el suelo, desde el bosque
Swing el polvo soy de la macaxeira, harina y frijoles
Vine desde el suelo, desde el bosque
balanceando el polvo, soy de la macaxeira, harina y frijoles