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Postal

Filarmônica de Pasárgada

Cartão Postal

Oh, que saudade da Cidade de São Paulo
Da fumaça do CO, do CO2 no meu pulmão
O ar do interior só tem mosquito e pernilongo
Que me pica, que me coça, que me causa irritação

Ai quem me dera uma avenida engarrafada
Ser sardinha enlatada no Metrô Consolação
E a gente pega a Linha 4, que toada!
Mais parece uma boiada atravessando a integração

Não há, não há
Não há, não há
Não há, não há
Não há

Não há, não há
Não há, não há
Não há, não há
Não há

Oh que saudade da Oscar Freire, da Daslu
Do lulu da pomerânia num carrinho de bebê
Dos cavalões no Jockey Club, da área VIP
Do pet shop Iguatemi, do SPA, do Espaço Gourmet

Ai quem me dera aquele stress do escritório
Aonde eu encho a minha agenda e me acho o bambambam
E a gente pega o celular que tá tocando
E marca mais um compromisso no Domingo de manhã

Não há, não há
Não há, não há
Não há, não há
Não há, não há

Não há, não há
Não há cartão postal pra te postar

Postal

Oh, qué nostalgia de la Ciudad de São Paulo
Del humo del CO, del CO2 en mi pulmón
El aire del interior solo tiene mosquitos y zancudos
Que me pican, que me hacen cosquillas, que me causan irritación

Ay, quién pudiera estar atascado en una avenida
Ser sardina enlatada en el Metro Consolação
Y tomamos la Línea 4, ¡qué ritmo!
Parece más bien una manada de ganado cruzando la integración

No hay, no hay
No hay, no hay
No hay, no hay
No hay

No hay, no hay
No hay, no hay
No hay, no hay
No hay

Oh, qué nostalgia de Oscar Freire, de Daslu
Del lulu de Pomerania en un cochecito
De los caballos en el Jockey Club, del área VIP
De la tienda de mascotas Iguatemi, del SPA, del Espacio Gourmet

Ay, quién pudiera tener ese estrés de la oficina
Donde lleno mi agenda y me siento el rey de la selva
Y tomamos el celular que está sonando
Y agendamos otro compromiso el domingo por la mañana

No hay, no hay
No hay, no hay
No hay, no hay
No hay, no hay

No hay, no hay
No hay postal para enviarte

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