Esotérico
Não adianta nem me abandonar
Porque mistério sempre há de pintar por aí
Pessoas até muito mais vão lhe amar
Até muito mais difíceis que eu pra você
Que eu, que dois, que dez, que dez milhões
Todos iguais
Até que nem tanto esotérico assim
Se eu sou algo incompreensível
Meu Deus é mais
Mistério sempre há de pintar por aí
Não adianta nem me abandonar
Nem ficar tão apaixonada, que nada
Que não sabe nadar
Que morre afogada por mim
Não adianta nem me abandonar
Porque mistério sempre há de pintar por aí (por aí, por aí)
Pessoas até muito mais vão lhe amar
Até muito mais difíceis que eu pra você
Que eu, que dois, que dez, que dez milhões
Todos iguais
Até que nem tanto esotérico assim
Se eu sou algo incompreensível
Meu Deus é mais
Mistério sempre há de pintar por aí
Não adianta nem me abandonar
Não adianta, não
Nem ficar tão apaixonada, que nada
Que não sabe nadar
Que morre afogada por mim
Não, não, não, não adianta
Me abandonar
Esotérico
No sirve de nada ni abandonarme
Porque siempre habrá misterio por ahí
Personas incluso te amarán mucho más
Incluso mucho más difíciles que yo para ti
Que yo, que dos, que diez, que diez millones
Todos iguales
Hasta que no sea tan esotérico así
Si soy algo incomprensible
Mi Dios lo es más
Siempre habrá misterio por ahí
No sirve de nada ni abandonarme
Ni estar tan enamorada, que nada
Que no sabe nadar
Que se ahoga por mí
No sirve de nada ni abandonarme
Porque siempre habrá misterio por ahí (por ahí, por ahí)
Personas incluso te amarán mucho más
Incluso mucho más difíciles que yo para ti
Que yo, que dos, que diez, que diez millones
Todos iguales
Hasta que no sea tan esotérico así
Si soy algo incomprensible
Mi Dios lo es más
Siempre habrá misterio por ahí
No sirve de nada ni abandonarme
No sirve de nada, no
Ni estar tan enamorada, que nada
Que no sabe nadar
Que se ahoga por mí
No, no, no, no sirve
Abandonarme