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Bajería

Filomedusa

Baixaria

Do lado da cidade
Onde os mortos dormem
Eu não passo bem
Por que estou morrendo também baby

Perdido na cidade eu nunca estive ali
eu não tenho idade, meu ingresso já vendi

E depois das sete
Acaba o tempo das seis
E depois das sete
Acaba o tempo das seis

E sigo pra contestar o meu cansaço
Nem ligo
Pra baixaria do mercado falido
Eu passo passo á passo apressado
E no ouvido o velho Pia Vila adoidado

Do lado da cidade
Onde os mortos acordam
Eu me sinto bem
Porque estou nascendo também baby

Eu rio na cidade
Eu sempre estive ali
Eu não tenho idade
Vim aqui pra assistir

E depois das sete
Começa tudo outra vez
E depois das sete
Começa tudo outra vez

E sigo pra contestar o meu cansaço
Nem ligo
Pra baixaria do mercado falido
Eu passo passo á passo apressado
E no ouvido o velho Pia Vila adoidado

Bajería

En el lado de la ciudad
donde los muertos duermen
No me siento bien
Porque también me estoy muriendo, nena

Perdido en la ciudad, nunca estuve allí
No tengo edad, mi boleto ya vendí

Y después de las siete
Termina el tiempo de las seis
Y después de las siete
Termina el tiempo de las seis

Y sigo para desafiar mi cansancio
No me importa
La bajería del mercado quebrado
Paso a paso apresurado
Y en el oído el viejo Pia Vila enloquecido

En el lado de la ciudad
donde los muertos despiertan
Me siento bien
Porque también estoy naciendo, nena

Río en la ciudad
Siempre estuve allí
No tengo edad
Vine aquí para presenciar

Y después de las siete
Todo comienza de nuevo
Y después de las siete
Todo comienza de nuevo

Y sigo para desafiar mi cansancio
No me importa
La bajería del mercado quebrado
Paso a paso apresurado
Y en el oído el viejo Pia Vila enloquecido

Escrita por: Diogo Soares / Saulinho Machado