Retratos da Sociedade I
Mais famílias despejadas e como sempre com risadas.
Ninguém quer saber!
O consolo é um viaduto, tem ao menos um teto.
Sem dinheiro, sem esmolas
Vão comer os restos de comida estragada pra sobrevivência.
E as crianças comem lixo e pegam doenças,
E as pessoas com descaso, um ato covarde
Esse é o cotidiano retratos da sociedade
Ninguém vai ajudar
Mas vão ter que ouvir
Pois quando se revoltarem
E começarem a ferir
Todos vão se assustar
E pensar na solução
Olhar em volta dos problemas
E ver que tínhamos razão
Retratos de la Sociedad I
Más familias desalojadas y como siempre con risas.
¡A nadie le importa!
El consuelo es un viaducto, al menos tiene un techo.
Sin dinero, sin limosnas
Van a comer los restos de comida podrida para sobrevivir.
Y los niños comen basura y contraen enfermedades,
Y las personas con indiferencia, un acto cobarde
Este es el cotidiano retrato de la sociedad.
Nadie va a ayudar
Pero tendrán que escuchar
Porque cuando se rebelen
Y comiencen a herir
Todos se asustarán
Y pensarán en la solución
Mirar alrededor de los problemas
Y ver que teníamos razón